Propaganda da Johnnie Walker com um ótimo texto

No início dos tempos, na parte sul das Américas, habitava um gigante. Um dos poucos que andavam sobre a Terra.

Gigante pela própria natureza, e sendo natureza ele próprio, era feito de rochas, terra e matas, que moldavam sua figura. Pássaros e bichos pousavam e viviam em seu corpo e rios corriam em suas veias. Era como um imenso pedaço de paisagem que andava e tinha vontade própria.

Caminhava com passadas vastas como vales e tinha a estatura de montanhas sobrepostas. Ao norte, em seu caminho, encontrava sol quente e brilhante nas quatro estações do ano. Ao sul, planaltos infindáveis. A oeste, planícies e terras cheias de diversidade. E a leste, quilômetros e quilômetros de praias onde o mar tocava a terra gentilmente, desde sempre. Havia também uma floresta como nenhuma outra no planeta. Tão grande, verde e viva que funcionava como o pulmão de todo o continente à sua volta.

Mesmo diante de tudo isso, um dia, enquanto caminhava, o gigante se inquietou.

Parou então à beira-mar e ali, entre as águas quentes do Atlântico e uma porção de terra que subia em morros, deitou-se. E, deitado nesse berço esplêndido, olhou para o céu azul acima se perguntando: “O que me faz gigante?”.

Em seguida, imaginando respostas, caiu em sono profundo.

Por eras, que para os gigantes são horas, ele dormiu. Seu corpo gigantesco estirado, o joelho dobrado formando um grande monte, uma rocha imensa denunciando seu torso titânico e a cabeça indizível, coberta de árvores e limo.

Dormiu até se tornar lenda no mundo. Uma lenda que dizia que o futuro pertencia ao gigante, mas que ele nunca acordaria e que o futuro seria para ele sempre isso: futuro.

No entanto, com o passar do tempo ficou claro que nem mesmo as lendas devem dizer “nunca”.

Depois de muito sonhar com a pergunta sobre si, o gigante finalmente despertou com a resposta.

Acordou, ergueu-se sobre a terra da qual era parte e ficou de frente para o horizonte.

Tirou então um dos pés do chão e, adentrando o mar, deu um primeiro passo.

Um passo decidido em direção ao mundo lá fora para encontrar seu destino.

Agora sabendo que o que o faz um gigante não é seu tamanho, mas o tamanho dos passos que dá.

®KEEP WALKING, BRAZIL.

Como colaborar com a reciclagem de materiais

Todos os dias vemos reportagens e campanhas sobre a coleta seletiva de lixo e a reciclagem de materiais. Porém, um fato que dificulta muito a mudança de atitude é a falta de incentivo e conscientização das instituições e órgãos públicos. Dificilmente vemos lixeiras específicas para o descarte de materiais como plástico, papel, vidro e metal, e quando vemos, constatamos muitas delas não são usadas corretamente, contendo lixo não reciclável misturado ao reciclável.

Coleta seletiva de lixo.

Então, como fazer a sua parte em meio a tantas pessoas que não fazem nada a favor da reciclagem? Uma das alternativas é fazer a sua parte, isoladamente. Parece pouco, mas já ajuda!

O Brasil é um dos campeões mundiais em reciclagem, mas este fato não é motivo de orgulho quando sabemos que isto se dá graças às pessoas que (sobre)vivem da reciclagem. É isso mesmo. Por toda parte vemos coletores recolhendo caixas de papelão, latas e embalagens, mas estas pessoas, infelizmente, sobrevivem com o dinheiro ganho com a venda desses materiais. E isto não é motivo de orgulho para nenhum país.

Como fazer a sua parte? Ajude-os!

Vamos juntar duas atitudes ecologicamente corretas em uma única dica:

1ª atitude: Evite as sacolas de supermercado. Sempre que for fazer compras, peça aos funcionários que te deem caixas de papelão. Use-as para transportar suas compras até a sua casa.

2ª atitude: Coloque uma caixa de papelão ao lado das lixeiras.

Sempre que for jogar ao lixo qualquer material que possa ser reciclado, jogue-o na caixa! Simples assim!

Dessa forma, quando a sua caixa estiver cheia de garrafas, latas de refrigerante, potes plásticos, etc. Simplesmente feche-a, escreva na tampa que a caixa contém material reciclável e deixe-a próximo ao seu lixo. Não deixe “no lixo” pois os coletores de material reciclável não são “lixeiros”. Fazendo isto, você já estará facilitando a vida de quem coleta este material e incentiva seus vizinhos a tomar esta atitude simples e eficaz.

Se o seu bairro ou condomínio não possui coleta seletiva de lixo, não desanime! Comece com esta atitude! Também faça sugestões e sugira sempre aos seus amigos que separem o material reciclável!

Confira abaixo o que pode ser reciclado!

Um abraço e até a próxima!

Se você tem dicas de postagens ou dúvidas, deixe nos seu comentário!

Peixe frito em pedaços pequenos sem empanar

Esta receita eu inventei (não sei se já existia) quando morava sozinho. Na época não tinha forno em casa (além de não querer comprar 1 quilo de farinha de trigo pra preparar só uma pratada de peixes empanados) e, portanto, não fazia ideia de como preparar um peixe de outra maneira. Resolvi arriscar e deu certo! :)

Ingredientes:

500 gramas de filé de pescada congelado

1 colher (chá) de Chimichurri ou qualquer outro tempero de sua preferência

Caldo de 2 limões

5 colheres (sopa) de óleo

Cebola bem picada a gosto

1 colher (sopa) de alho triturado (ou alho bem picado)

Sal a gosto

Filé de pescada antes do preparo

Preparo:

Em primeiro lugar, vamos temperar o peixe ainda congelado. Para isso, use uma travessa larga. Distribua o peixe de forma igual no fundo.

Junte todos os temperos, o sal e o caldo de limão e despeje por cima do peixe. Deixe por 2 minutos.

Em uma panela funda, coloque o óleo e leve ao fogo. Logo em seguida coloque todo o peixe e despeje todo o caldo por cima, até cobrir todo o peixe. Se não cobrir, complete com um pouco de água. Não coloque muita água!

Deixe cozinhar no fogo baixo e não tampe. Mexa e vire o peixe para que cozinhe por igual.

Quando o caldo começar a secar, mexa constantemente o peixe. Ele vai começar a se despedaçar.

Depois que a água toda evaporar, deixe fritar por alguns instantes e pronto!

:)

Gostou? Tem alguma sugestão de receita ou dica que você quer compartilhar??? Deixe um comentário!

Evite passar roupas!

Não gosta de passar roupas? Não tem tempo? Não sabe passar?

Não se preocupe! Aí vai uma dica que vai reduzir muito este trabalho, além de economizar na conta de energia!

 

Dica 1:

Logo após tirar as roupas da máquina ou do tanquinho agite-as bem, para que fiquem bem esticada ainda molhadas.

Para pendurar, utilize cabides. Mesmo para as calças. Dessa forma elas já irão secar esticadas, sem marca de varal nem de prendedor.

Atenção:

- Não use cabides de madeira neste processo! Eles podem manchar a sua roupa!

- Não use cabides que tenham aquela elevação nas laterais em cima (geralmente usada para pendurar vestidos ou regatas). Quando a roupa seca, ela fica com aquela aparência esticada no ombro, parecida com a marca deixada pelos prendedores.

 

Dica 2:

Depois que a roupa já estiver seca, pendure-a no banheiro por um tempo.

Quando tomar banho quente, o vapor e o calor da água do chuveiro funcionarão como um ferro a vapor e deixarão as roupas mais lisas.

 

Gostou? Tem alguma sugestão? Alguma dica para compartilhar? Deixe o seu comentário!!!

Blog sobre as árvores de São Paulo

Bom dia!

Caminhando pela net encontrei um blog muito bom! É o Árvores de São Paulo, de Ricardo Cardim.

São registros sobre as árvores da cidade de São Paulo que Ricardo encontra.

Algumas árvores são centenárias e várias delas estão em parques. Muitas delas carregam consigo mesmo um pedaço da história da região. Evidências de como era a vegetação e o que sobrou dela na capital. E histórias curiosas do que já ocorreu ao redor dessas árvores.

Vale dar uma conferida! Parabéns ao criador!

Clique aqui para visitar o blog Árvores de São Paulo.

Gostou? Alguma sugestão ou pedido de postagem? Deixe seu comentário!!!